terça-feira, 31 de março de 2026
segunda-feira, 30 de março de 2026
TAREFA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA 04/04/26 – VALE 10,0%
Primeiramente, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA:
(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com/2022/01/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para
realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas.
Texto 01
COMUNICAÇÃO
Luís
Fernando Veríssimo
É importante saber
o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se
entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?
- Posso ajudá-lo,
cavalheiro?
- Pode. Eu quero
um daqueles, daqueles...
- Pois não?
- Um... como é
mesmo o nome?
- Sim?
- Pomba! Um...
um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa
simples, conhecidíssima.
- Sim senhor.
- O senhor vai dar
risada quando souber.
- Sim senhor.
- Olha, é pontuda,
certo?
- O quê,
cavalheiro?
- Isso que eu
quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí
vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na
ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie
de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a
pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa
pontuda que fecha. Entende?
- Infelizmente,
cavalheiro...
- Ora, você sabe
do que eu estou falando.
- Estou me
esforçando, mas...
- Escuta. Acho que
não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?
- Se o senhor diz,
cavalheiro.
- Como, se eu
digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o
nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero.
- Sim senhor.
Pontudo numa ponta.
- Isso. Eu sabia
que você compreenderia. Tem?
- Bom, eu preciso
saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. Quem sabe o
senhor desenha para nós?
- Não. Eu não sei
desenhar nem casinha com fumaça saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho.
- Sinto muito.
- Não precisa
sentir. Sou técnico em contabilidade, estou muito bem de vida. Não sou um débil
mental. Não sei desenhar, só isso. E hoje, por acaso, me esqueci do nome desse
raio. Mas fora isso, tudo bem. O desenho não me faz falta. Lido com números.
Tenho algum problema com os números mais complicados, claro. O oito, por
exemplo. Tenho que fazer um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como
você está pensando.
- Eu não estou
pensando nada, cavalheiro.
- Chame o gerente.
- Não será
preciso, cavalheiro. Tenho certeza de que chegaremos a um acordo. Essa coisa
que o senhor quer, é feito do quê?
- É de, sei lá. De
metal.
- Muito bem. De
metal. Ela se move?
- Bem... É mais ou
menos assim. Presta atenção nas minhas mãos. É assim, assim, dobra aqui e
encaixa na ponta, assim.
- Tem mais de uma
peça? Já vem montado?
- É inteiriço.
Tenho quase certeza de que é inteiriço.
- Francamente...
- Mas é simples!
Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo,
outra volta e clique, encaixa.
- Ah, tem clique.
É elétrico.
- Não! Clique, que
eu digo, é o barulho de encaixar.
- Já sei!
- Ótimo!
- O senhor quer
uma antena externa de televisão.
- Não! Escuta
aqui. Vamos tentar de novo...
- Tentemos por
outro lado. Para o que serve?
- Serve assim para
prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por
aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa.
- Certo. Esse
instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco
alfinete de segurança e...
- Mas é isso! É
isso! Um alfinete de segurança!
- Mas do jeito que
o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!
- É que eu sou
meio expansivo. Me vê aí um... um... Como é mesmo o nome?
VERÍSSIMO, Luis
Fernando. Comunicação In: Amor Brasileiro.Rio de Janeiro, José Olympio, 1977.
P.143-5
01)
Sobre o texto, pode-se afirmar que:
a)
O assunto do texto não contradiz seu título;
b)
O assunto do texto é a dificuldade de comunicação por parte do comprador:
c)
Há um desencontro de informações provocado pelo comprador;
d)
O vendedor tem dificuldade de entender o comprador;
e)
nra
02)
Ainda sobre o texto, é incorreto afirmar que:
a)
Há uma diferença no nível de linguagem entre os dois personagens
b)
O vendedor usa uma linguagem mais formal.
c)
Quem possui uma linguagem menos culta é o comprador
d)
O comprador usa de gírias em suas falas.
e)
O comprador usa palavras claras e precisas como “coisa” e “negócio”.
03)
Observe:
“
– [ ... ] O desenho não me faz falta. Lido com números. Tenho algum
problema com os números mais complicados, claro. O oito, por exemplo. Tenho que
fazer um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como você está pensando.”
Nesse
trecho, o autor está sendo irônico. Por quê?
a)
Porque a impossibilidade de se escrever números, deriva-se da falta de
alfabetização e não da capacidade mental dos seres humanos. Espera-se entender
que com isso, houve um certo deboche por parte do vendedor.
b)
Na verdade ele se refere ao desenho dos itens de compra.
c)
No caso, não saber fazer o número oito seria mesmo mostra de debilidade mental.
Logo, o autor está dizendo o contrário do que pensa, para causar impacto no
leitor.
d)
Porque não é necessário se fazer desenhos das coisas, independente do caso.
e)
Na verdade, o desencontro de informações entre os dois, disseminou muitos
questionamentos, que levou ao momento do desenho, que por si só, já é irônico.
04)
Observe o trecho do texto 01: “- O senhor vai dar risada quando souber.”
Sobre o termo sublinhado é correta a classificação...
a) Substantivo
Comum e Primitivo;
b) Substantivo
Derivado e Simples;
c) Substantivo
Próprio e Composto;
d) Substantivo
Composto e Concreto;
e) Substantivo
Coletivo e Derivado;
05)
“- Eu não estou pensando nada, cavalheiro”. Neste trecho, o substantivo
sublinhado, ao sofrer alteração de número, ficaria:
a) dama
b) senhora
c) cavalheiros
d) cavalheirinho
e) cavaleiro
Texto 02
AS MÃOS QUE LIAM
Minhas amiguinhas
(...) tinham uma novidade para me contar:
– Enquanto você
estava doente, apareceu na aldeia uma moça que sabe ler as palavras com a ponta
dos dedos.
– Como? –
perguntei incrédula e, ao mesmo tempo, desapontada por não ter sido a primeira
a descobrir o fato.
– É isso mesmo.
Ela lê com as mãos. Todas as terças-feiras ela vai à igreja para contar a
História Sagrada para as crianças do catecismo. Você quer ir?
Se eu queria? Mas como perder tal
maravilha? Aquela moça devia ser uma criatura encantada, que tinha parte não
com o diabo, mas com Deus e todos os anjos. Talvez fosse até santa, fazedora de
milagres, dessas que saíam nas procissões de Saracena, acompanhadas por velas e
cânticos.
Na terça-feira,
fomos em bando até a igreja e nos sentamos nos primeiros bancos. Ali fiquei eu,
com o coração ansioso, à espera da moça que recolhia as palavras com as mãos,
como se fossem frutos maduros das árvores.
De súbito, ela
entrou. Caminhava devagarinho pelo corredor, apoiada em uma bengala (...). E,
quando se aproximou do altar, fez o sinal da cruz, sentando-se à nossa frente.
Tinha uma expressão bondosa, mas distante, posta no vazio. Olhava-nos, mas não
nos via.
Abrindo um enorme
livro, realizou o milagre. Eu a vi, então, tocando com os dedos as folhas
brancas, inteiramente brancas, sem nenhuma palavra desenhada, só com alguns
pontinhos em relevo, como cabeças de alfinete. Ela decifrava o papel com as
mãos assim como eu decifrava com os olhos os livros do meu avô astrônomo.
E foi para esse avô que eu fui contar
correndo a novidade. Ele, porém, não se espantou. Era um homem que lia muito,
que sabia muito, embora nunca saísse da aldeia. Ele viajava nos livros. (Será
que também lia com os dedos, quando ninguém estava vendo?...)
– Fortunatella,
como essa moça é cega, aprendeu a ler de maneira diferente das pessoas que
podem enxergar. Cada monte de pontinhos daqueles é uma letra. E uma reunião de
pontinhos é uma palavra. Caminhando com os dedos sobre esses montinhos, ela vai
decifrando as frases.
Eu estava
perplexa:
– E quem
ensinou essa moça a ler desse jeito?
– Não sei,
Fortunatella, não sei. Na aldeia, isso é novidade. Mas quem inventou esse jeito
de ler foi um cego que morreu na França há mais ou menos quarenta anos.
Quarenta anos era uma eternidade, que eu
nem sabia calcular. E a França devia ser um reino encantado onde as pessoas –
que maravilha! – aprendiam a ler sem enxergar.
– Vovô Leone, eu
também quero ler com as mãos. É mais bonito do que com os olhos!
– Não diga isso,
Fortunatella. Enxergar é uma bênção. Mas, se você quiser, pode aprender a ler o
mundo com os dedos, sim. Você tem tato: toque, apalpe, sinta.
Fiquei olhando vovô Leone, admirada da sua
sabedoria. E fui tentando, nos dias que se seguiram, apalpar as coisas que
estavam na minha frente. Era uma nova brincadeira: fechava os olhos e tateava.
E assim fui aprendendo a conhecer a lisura de uma folha de papel, as nervuras
de uma folha de árvore, o calor de uma cinza da lareira, o veludoso da pele do
meu rosto, o fofo do miolo do pão, a aspereza de uma pedra da rua, a fluidez da
água da fonte.
E uma noite,
depois de acabar de rezar e depois que vovó Catarina apagou a vela do quarto,
eu quis ler o escuro. Ergui as mãos e fui tocando a espessura negra à volta da
cama. E aí a noite ficou presa entre meus dedos, silenciosamente adormecida até
o alvorecer...
LAURITO, Ilka
Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo: FTD, 1987.
06) Sobre o texto, pode-se afirmar
que:
a) No sexto parágrafo, Fortunella compara
o ato de ler com as mãos, ao de colher frutos maduros;
b) A moça cega aparece na igreja de forma
repentina, mas não inesperada;
c) Em “Abrindo um enorme livro, realizou o
milagre” a narradora se refere a sabedoria do vovô Leone;
d) Em “enxergar é uma benção” a avó de
Fortunella se refere ao fato da menina querer ler com as mãos, sendo que ela
possui perfeitamente todos os sentidos;
e) nra
07) Ainda sobre o texto, é
incorreto afirmar que:
a) Quem contou a novidade inicial a
Fortunella foram suas amigas, pois a mesma estava doente naquela época.
b) No período “Mas como perder tal
maravilha”, Fortunella se refere ao fato da igreja possuir curso de braile
(leitura com as mãos)
c) A menina que lia com as mãos, usava uma
bengala e andava devagar;
d) As páginas do livro lido pela menina
que lia com as mãos não possuíam letras;
e) A primeira pessoa que Fortunella pensou
em contar a novidade foi seu avô.
08) A personagem principal desta
narrativa é uma menina. Qual das alternativas a
seguir não corresponde à linguagem, às atitudes e aos sentimentos bem
próprios da infância?
a) Na primeira frase do texto,
Fortunatella se refere às amigas no diminutivo – “amiguinhas”.
b) Ela fica desapontada por não ter
sido a primeira a descobrir a novidade da aldeia; ela acreditou que estava
diante de um milagre ao ver a moça lendo com as mãos; vive no mundo da
imaginação, da fantasia, pois acredita que a França é um reino encantado.
c) Fortunatella usa o recurso da
comparação para descrever a forma de a moça cega ler: “recolhia as palavras com
as mãos, como se fossem frutos maduros das árvores”.
d) A personagem é ingênua, ela diz ao avô
que quer ler com as mãos porque é “mais bonito do que com os olhos”.
e) nra
09)
Em qual das alternativas abaixo, o termo em destaque é Substantivo Próprio?
a) Ela
lê com as mãos.
b) Todas
as terças-feiras ela vai à igreja para contar a História Sagrada para as
crianças do catecismo.
c) ...,
dessas que saíam nas procissões de Saracena, acompanhadas por velas e
cânticos.
d) Na
terça-feira, fomos em bando até a igreja e nos sentamos nos primeiros
bancos.
e) Caminhava
devagarinho pelo corredor, apoiada em uma bengala (...).
10)
Em qual das alternativas abaixo, a classificação está incorreta?
a) Abrindo um enorme livro, realizou o milagre.
(substantivo abstrato)
b) Ele viajava nos livros. (substantivo
coletivo)
c) – Não sei, Fortunatella, não
sei. (substantivo simples)
d) ..., o fofo do miolo do pão, a
aspereza de uma pedra da rua, a fluidez da água da fonte. (substantivo comum)
e) E uma noite, depois de acabar de rezar
e depois que vovó Catarina apagou a vela do quarto, eu quis ler o
escuro. (substantivo próprio)
Os Ases da Tabuada 2026!
Estes são três dos alunos que melhor desempenho tiveram, na atividade de TABUADA aqui do curso neste ano.
Através de um sorteio, como presente, ganharam uma cópia do livro “Tráfico de Anjos” de Luiz Puntel!
Bruna Vitória Xavier
Moura
Nicolas Santana
Correia
Pyetra Rafaelle Marinho
Boa leitura
queridos!
Agora mãos à obra! ❤❤❤
domingo, 29 de março de 2026
sábado, 28 de março de 2026
terça-feira, 24 de março de 2026
PRÓXIMAS DATAS PARA PAGAMENTOS DE MENSALIDADES
Os alunos abaixo têm seu vencimento no próximo sábado, dia 28/03/26.
|
Bruna Vitória Xavier Moura |
|
João Salomé Moreschi Silva |
|
Julia Vitoria Amorim da Silva |
|
Letícia
Cavalcante de Abreu |
|
Rafael Henrique
Ribeiro de Jesus |
|
Yasmim Miranda Jasper de Campos |
ASES DA TABUADA 2026
Aline de Moura Sales
Amanda Vitória Pereira de
Ana Julia Andrade de Amori
Bianca Ferreira de Almeida Br
Bruna Vitória Xavier Moura
Enrique Rodrigues Souza
Felipe Tomassewski Costa
Giovanna Armôa Pimenta
Hellen Crystina Ferraz da Sil
Igor Cézar de Azevedo
Isadora Moura de Paula
João Paulo Bastos Facincane
João Victor Santos Eregipe
Jorge Miguel de Almeida Oli
Kennedy Willian Moraes dos
Kleber Costa da Silva Junior
Lívia Castro
Luiz Gabriel Peniche de Oliv
Luiz Henrique Pereira da Silva
Marcos Henrique da Silva Ca
Maria Eduarda Moreira Vier
Matheus Silva Sarkis Moor S
Nathália Lima Coli Cardoso
Nicolas Santana Correia
Pyetra Rafaelle Marinho Go
Quenã Alexandre Novaes
Rafael Clyson Herculano Alc
Samara Miltes Camilo da Sil
Sofia Gabriella Arruda de Al
Sophia Armôa Pimenta
Sophya Boanerges de Oliveir
Victor Thácio Santana da Sil
Wevillyn Vitoria Oloemer da
Yasmin Vitória da Silva Oliv
domingo, 22 de março de 2026
TAREFA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA 28/03/26 – VALE 5,0%
Primeiramente, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA:
(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com/2022/01/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para
realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas.
As pérolas
(Carlos Drummond
de Andrade)
Dentro do pacote
de açúcar, Renata encontrou uma pérola. A pérola era evidentemente para Renata,
que sempre desejou possuir um colar de pérolas, mas sua profissão de doceira
não dava para isto.
- Agora vou
esperar que cheguem as outras pérolas – disse Renata, confiante. E ativou a
fabricação de doces, para esvaziar mais pacotes de açúcar.
Os clientes
queixavam-se de que os doces de Renata estavam demasiado doces, e muitos
devolviam as encomendas. Por que não aparecia outra pérola? Renata deixou
de ser doceira qualificada, e ultimamente só fazia arroz-doce.
Envelheceu.
A menina que provou o arroz-doce, aquele dia, quase ia quebrando um dente, ao mastigar um pedaço encaroçado. O caroço era uma pérola. A mãe não quis devolvê-la a Renata, e disse: “Quem sabe se não aparecerão outras, e eu farei com elas um colar de pérolas? Vou encomendar arroz-doce toda semana.
01)
Na primeira parte do texto, ocorre um fato que podemos caracterizar como extraordinário.
Por quê?
a) Porque
a profissão de doceira jamais permitiria a uma pessoa possuir um colar de pérolas.
b) Porque
uma doceira poderia sempre estar escondendo pérolas dentro de doces ou sacos de
açúcar.
c) Porque
normalmente não se encontram pedras em sacos de açúcar, sobretudo pedras
preciosas.
d) Porque
pedras preciosas, como pérolas, são muito raras no mundo.
e) nra.
02)
Sobre o texto, é INCORRETO afirmar que:
a) O
narrador afirma que a pérola era “evidentemente” para Renata;
b) Se Renata
tanto queria um colar, e não tinha como comprá-lo, considerou-se naturalmente
dona da pérola encontrada;
c) O
verbo “envelhecer” ao final do terceiro parágrafo, refere-se, não a idade de Renata,
mas a perda de estimulo profissional por parte dela;
d) A decisão
tomada pela mãe da menina que encontrou a pérola, na parte final do texto, é
semelhante a decisão de Renata;
e) Renata
passou a fazer arroz doce pois tinha ficado rica, e podia mudar suas
prioridades.
03)
Qual a decisão tomada por Renata na expectativa de encontrar outras pedras
preciosas?
a) Ativar
a fabricação de doces;
b)
Comprar vários sacos de açúcar;
c)
Demitir todos funcionários;
d) Não
vender seus doces;
e) nra.
04)
Qual dos termos abaixo sublinhados, é uma palavra HOMÔNIMA?
a) E
ativou a fabricação de doces, para esvaziar mais pacotes de açúcar.
c) Por
que não aparecia outra pérola?
d) Renata
deixou de ser doceira qualificada, e ultimamente só fazia arroz-doce.
d) A mãe
não quis devolvê-la a Renata, e disse:
e) Quem
sabe se não aparecerão outras, e eu farei com elas um colar de pérolas?
05)
Em qual das alternativas abaixo, as duas palavras são oxítonas?
a) pacote
– doceira
b) açúcar
– confiante
c) pérola
– encomendas
d) evidentemente
– demasiado
e) profissão
– fabricação
sábado, 21 de março de 2026
terça-feira, 17 de março de 2026
segunda-feira, 16 de março de 2026
PRÓXIMAS DATAS PARA PAGAMENTOS DE MENSALIDADES
Os alunos abaixo têm seu vencimento no próximo sábado, dia 21/03/26.
|
Deborah Acsa Rodrigues Sampaio |
|
Marjorie Galindo de Araújo |
|
Nathalia
Fonseca Santos |
|
Nathaly
dos Santos Oleijnik |
|
Pedro de Amorim Lima |

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