Gente, vê se não é pra ficar orgulhoso em pleno domingo!
Parabéns aos formandos! Maravilhosos!Vocês me dão a certeza de que estou no caminho certo!
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Gente, vê se não é pra ficar orgulhoso em pleno domingo!
Parabéns aos formandos! Maravilhosos!Os alunos abaixo têm seu vencimento no
próximo sábado, dia 25/04/26.
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Bruna Vitória Xavier Moura |
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João Salomé Moreschi Silva |
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Julia Vitoria Amorim da Silva |
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Letícia Cavalcante de Abreu |
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Pedro de Amorim Lima * |
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Rafael Henrique Ribeiro de Jesus |
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Yasmim Miranda Jasper de Campos |
Primeiramente, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA:
(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com/2022/01/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para
realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas.
Texto 01
Fim do Mundo
- Ah! Foi... uma das coisas mais curiosas da história
humana o ano 1000.
- O ano 1000 ? - Repetiu Narizinho Franzido na testa -
Coisa curiosa por que?
- Porque era um ano marcado para fim do mundo. Por causa
de certa frase da Bíblia a Europa inteira se convenceu de que o mundo iria
acabar no ano 1000...
Para maior parte dos europeus isso seria uma verdadeira
felicidade, tal estado de miséria em que viviam.
Consideravam-se tão desgraçado, tão infelizes... Que bom
se morressem todos de uma vez! Iriam diretinhos para o céu. Mas como para o céu
só poderiam ir os bons, os que praticassem o bem na terra - toca toda gente a
praticar o bem com o olho ferrado na recompensa futura. Outros havia,
entretanto, nada ansiosos pelo fim do mundo: os ricos, os que possuíam alguma
coisa e de nenhum modo se consideravam infelizes.
Esses tratavam de aproveitar a vida, de gozar o mais
possível, uma vez que tudo ia acabar-se. O resultado dessa crença geral no fim
foi um desastre.
Ninguém queria trabalhar, ou estudar, nem começar
qualquer obra nova. Para quê? Não estava tão perto do fim de tudo?
- E afinal?
- Afinal chegou o tal dia ano 1000 - E nada aconteceu. O
sol continuou a levantar-se pela manhã e deitar-se à tarde. Veio a primavera;
depois, o verão, o outono e o inverno - tudo como sempre. Foi desapontamento
geral.
- Desapontamento ou contentamento, vovó?
- As duas coisas. Mas surgiram logo os sabidões, que
explicaram ter havido um erro na contagem; O fim do mundo seria no ano
seguinte. E o mundo toca a esperar mais um ano.
Passou-se mais um ano e nada. Nada do mundo acabar...
Outros sabidões apareceram que a data dos mil anos devia
ser contada da morte de Cristo e não do seu nascimento - E toca o povo a
esperar pacientemente que se passassem mais trinta e três anos - Pois que a
morte de Cristo se dera no ano 33. Correm os trinta e três anos e nada. O mundo
continuava vivinho como sempre. Houve novas explicações dos sábios, e novas
esperas. Por fim a profecia do Milênio ficou desmoralizada e todos foram
voltando ao trabalho.
- Que interessante! - exclamou Pedrinho. - Eu queria
estar lá para ver as ideias daquela gente, discutir com eles...
(LOBATO,
Monteiro. História do Mundo para Crianças. 16.ed. São Paulo, Brasiliense, 1962.
P. 152-3.)
01) Sobre o texto, é correto afirmar que:
a)
Predomina o diálogo na primeira parte do texto. No restante a narração.
b) Os personagens que dialogam são Pedrinho, Narizinho e Tia Anastácia.
c) A fala que mais espaço ocupa no texto pertence a Narizinho.
d) Na
fala da avó dos dois, predomina a narração.
e) nra
02) Sobre a história do fim do mundo contada dentro do texto, é incorreto dizer
que:
a) A
possibilidade de o mundo acabar provocou reações opostas nas pessoas da época.
b) Alguns
europeus se sentiram felizes com a possibilidade do fim do mundo, pois viviam
num estado de miséria muito grande.
c) Os
ricos ficaram infelizes com a possibilidade do fim do mundo, pois tinham medo
de morrer.
d)
Segundo a crença da época a condição necessária para se conseguir o céu era
praticar o bem.
e) A
consequência mais desastrosa da crença no fim do mundo foi a desorganização, a
desordem, pois as pessoas não queriam mais trabalhar, nem estudar, nem começar
qualquer coisa nova.
03) Identifique abaixo, qual das falas das personagens são fatos, e não
opiniões:
a) - Ah!
Foi... uma das coisas mais curiosas da história humana o ano 1000.
b) -
Afinal chegou o tal dia ano 1000 - E nada aconteceu.
c) - Foi
desapontamento geral.
d) - Que
interessante!
e) - Eu
queria estar lá para ver as ideias daquela gente, discutir com eles...
Texto 02
O sapateiro
Roseana Murray
Sapatos de todos os tipos,
Empilhados, usados, manchados,
Na oficina do sapateiro.
Quantas calçadas andaram
Esses sapatos,
Quantas festas, quantos rumos,
E, sobretudo,
Quantas encruzilhadas?
Indiferente a tantas histórias,
O sapateiro martela, cola,
Bate sola o dia inteiro.
Então, cansado, fecha a porta da oficina,
Atravessa a rua,
E vai para casa com seu sapato furado,
Que santo de casa não faz milagre.
04)
Verso é cada uma das linhas do poema, enquanto estrofe é um
conjunto de versos do poema. Sendo assim, quantos versos e quantas estrofes tem
o poema lido?
a) 4
versos e 16 estrofes
b) 4
versos e 15 estrofes
c) 15 versos
e 4 estrofes
d) 16 versos
e 4 estrofes
e) 14
versos e 4 estrofes
05)
Sobre o Texto 02, é INCORRETO afirmar que:
a) Nas
andanças de um sapato, o momento mais importante retratado são as
encruzilhadas;
b) A
palavra que que indica este momento importante da alternativa acima é “sobretudo”;
c) Na
terceira estrofe predomina uma narração;
d) O
sapateiro fica indiferente às histórias dos sapatos;
Os alunos abaixo têm seu vencimento no
próximo sábado, dia 25/04/26.
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Bruna Vitória Xavier Moura |
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João Salomé Moreschi Silva |
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Julia Vitoria Amorim da Silva |
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Letícia Cavalcante de Abreu |
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Rafael Henrique Ribeiro de Jesus |
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Yasmim Miranda Jasper de Campos |
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realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas.
01) Calcule a expressão a seguir e
marque a alternativa que contenha seu resultado correto:
a) 8/5
b) 13/5
c) 17/5
d) 23/10
e) 1/10
02) Aponte a alternativa incorreta:
03) Numa campanha beneficente,
quatro empresas se comprometeram a doar parte de sua arrecadação em 8 de abril.
A empresa A, prometeu doar 2/3 da arrecadação. Já a empresa B, 1/4. As empresas
C e D prometeram doar 1/5 de sua arrecadação. Estas foram as arrecadações das
empresas no dia 08 de abril:
Empresa
A = R$ 15.000,00
Empresa
B = R$ 8.000,00
Empresa
C = R$ 11.000,00
Empresa
D = R$ 9.000,00
Sendo assim, o total de arrecadações
das quatro empresas foi de:
a) R$ 12.000,00
b) R$ 15.000,00
c) R$ 16.000,00
d) R$ 20.000,00
e) R$ 22.000,00
04)
Calcule a subtração abaixo e marque a alternativa que contenha seu resultado
correto:
a) -3/7
b) -5/7
c) 8/7
d) 3/7
e) 7/7
05) Durante a disputado dos jogos
estudantis, um estudante que estava competindo na modalidade de xadrez
venceu 3/7 das partidas disputadas. Se ele jogou 56 partidas, então o
número que partidas que ele perdeu é igual a:
a) 32 partidas
b) 24 partidas
c) 17 partidas
d) 13 partidas
e) 12 partidas
Primeiramente, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA:
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realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas.
O carnaval e o
menino
Carlos Heitor Cony
(Colunista da Folha)
"No grande
teatro da vida/ vão levar mais uma vez/ a revista colossal:/ pierrô, arlequim,
colombina/ vão a preços populares/ repetir o carnaval." Taí a
quadrinha de antiga, eu era menino e esperava o carnaval com certo temor, medo
dos mascarados e, ao mesmo tempo, vontade de ser um deles.
Até que fui - e
não apenas durante o carnaval. Grudei na cara várias máscaras -e se não obtive
poder e glória, ao menos sobrevivi no meu canto, fazendo um tipo de carnaval a
meu modo, véspera de cinzas.
Já encarei de
tudo. Desde os retiros espirituais no seminário (segundo as santas regras de
Santo Afonso Maria de Ligório), até o retiro forçado na cela da Polícia
Especial.
Também fui a
outros folguedos. Para opróbrio dos meus descendentes, saí de morcego
assustando outras crianças em Paquetá. Minha mãe havia feito complicada
fantasia de chinês (ou japonês, dava na mesma), cuja atração era o chapéu de
cartolina, em óbvio feitio de chapéu de chinês.
Tomaram meu
silêncio como aprovação. Suei frio ao me imaginar com aquele chapéu, mas aí o
meu irmão virou a mesa, ele ia sair de reles marinheiro americano, não era bem
uma fantasia mas um quebra-galho carnavalesco, urinou em cima do meu chapéu
chinês.
Não havia tempo
para a fabricação de um artefato elaborado como aquele. O pai deu-lhe safanões
por conta do chapéu e de outras patifarias genéricas e acumuladas.
Minha mãe foi ao
armarinho, comprou pano preto, a horrível máscara que cheirava a papelão e a
cola -e assim passei e passeei os três dias pelas ruas cheias de sol de
Paquetá, dando susto nas crianças que conhecia e evitando aquelas que não
conhecia, podiam ser mais fortes do que eu e aí o sovado seria eu.
Quando a tarde
caía, botava a máscara para trás da cabeça, sentindo-me amaldiçoado,
perguntando-me sem resposta: quem foi o cretino que inventou essas coisas? Em
casa, queriam saber se eu havia gostado. Respondia que sim.
No rádio, tocavam
as músicas do ano, o grande teatro da vida, o pierrô, o arlequim, a colombina a
preços populares -o pai não achava os preços tão populares assim. E numa
madrugada ele me acordou e me levou até a ponte onde chegava a última barca
trazendo os escombros, mutilados pedaços de um rancho que voltava do Rio. Os
fogos-de-bengala, ainda vivos e esverdeados, iluminavam as espumas que vinham
morrer na praia dos Tamoios. As lanternas de vidro colorido refletiam-se nas
cabeleiras empoadas dos mestre-salas.
Ao pisar terra
firme, o rancho renascia de seu cansaço e se arrastava uma vez mais na
marcha-hino que louva a ilha, "Paquetá é um céu profundo/ que começa neste
mundo/ mas não sabe onde acabar". O ritmo era mais lento e as luzes
ficavam mais tristes dentro da madrugada. Longe, o faroleiro do Xeréu apagava
seu facho vermelho: era outro dia.
Vestia o morcego
outra vez, a máscara com cheiro de papelão e cola, e eu sozinho, eu-morcego,
batendo as ruas cheias de sol, encontrava outros morcegos, era uma espécie de
fantasia oficial dos meninos de Paquetá.
E sentia frio na
espinha quando esbarrava com uma caveira, de camisola branca e encardida, a
cruz preta nas costas, devia ser um garoto igual a mim, mas nunca se sabe, e
esta dúvida me perseguia a tarde inteira, por que botam caveiras nas ruas do
carnaval?
E eu não entendia
o grande teatro da vida (tampouco o entendo agora) nem o pierrô com seu branco
rosto banhado de luar. E quando tirava a máscara, ela estava molhada de suor,
um suor tão salgado e meu que parecia lágrima.
01) Sobre o texto, é correto
afirmar que:
a) Trata-se de um texto narrativo pois o
autor conta a história do carnaval de sua infância;
b) Trata-se de um texto descritivo, porque
intercala detalhe das roupas, das músicas, das brincadeiras representando as
festas juninas do Brasil;
c) As primeiras linhas do texto estão em
itálico e entre aspas porque trata-se de uma citação do menino;
d) A expectativa do narrador-personagem
com relação ao carnaval não era conflituosa;
e) O narrador, apesar de fantasiar-se no
carnaval e colocar máscaras também na vida, não venceu o medo.
02) Ainda sobre o texto, não é
correto afirmar que:
a) O narrador esteve preso por um tempo, o
que é reforçado pelo trecho "retiro forçado na cela da polícia
especial";
b) No parágrafo em que se lê "tomaram
o meu silêncio como aprovação." É uma afirmativa que corresponde ao
provérbio "quem cala consente.";
c) Diante do comportamento do irmão, os
pais do narrador tomaram atitudes diferentes;
d) O narrador em relação às crianças,
evitava assustá-las, porque podiam ser mais fortes que ele;
e) O narrador sentia frio na espinha ao
ver alguém fantasiado de caveira, muito provavelmente devido ao seu tempo na
cadeia.
03) Observe o trecho a seguir:
“...era uma espécie de fantasia oficial dos meninos de
Paquetá.”
Os termos em destaque representam:
a) um adjetivo pátrio
b) uma locução adjetiva
c) um adjetivo composto
d) uma locação adverbial
e) nra
04)
Avaliando todos os adjetivos sublinhados abaixo, classifique-os em Uniformes
(U) ou, Biformes (B). Depois marque a alternativa que contenha a sequência
correta das respostas:
a) U – B – U – B – U
b) B – B – B – U – U
c) B – U – B – U – B
d) U – B – B – U – B
e) U – U – U – B – B
05)
Analisando os adjetivos sublinhados nas alternativas abaixo, marque aquela onde
sua classificação está incorreta:
a) Paquetá
é um céu profundo/ que começa neste mundo/ mas não sabe onde
acabar". (adjetivo primitivo)
b) O
ritmo era mais lento e as luzes ficavam mais tristes dentro da
madrugada. (adjetivo derivado)
c) ... era
uma espécie de fantasia oficial dos meninos de Paquetá. (adjetivo simples)
d) ... nem o pierrô com seu branco
rosto banhado de luar. (adjetivo primitivo)
e) E quando tirava a máscara, ela estava
molhada de suor, um suor tão salgado e meu que parecia lágrima. (adjetivo
simples)
Os alunos abaixo têm seu vencimento no próximo sábado, dia 11/04/26.
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Aline de Moura Sales |
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Ana Vitória Santos Cunha |
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Anna Sophia Gonçalves Russi |
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Caio Prestes Salvaterra |
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Camila Bonfim da Silva Cruz |
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Guilherme Kenji Hayakawa Araújo |
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Guilherme Lionel Fernandes de Moraes |
|
Igor
Cézar de Azevedo * |
|
Isadora
Moura de Paula * |
|
Juliano
Junior Dávalos de Arruda * |
|
Lívia Castro |
|
Luiz Gabriel Peniche de Oliveira |
|
Luiz Henrique Pereira da Silva
|
|
Miguel Klaus Ribeiro |
|
Nicollas
Barros Ribeiro * |
|
Nicolli
Sophia de Araújo Magalhães * |
|
Pyetra Rafaelle Marinho Gomes |
|
Rafael Rojas Sales Crubellate |
|
Sofia Gabriella Arruda de Almeida Santos |
|
Tainá Pimentel da Rosa |
Estes são os alunos que ganharam a promoção de páscoa 2026!
Cada um ganhou:
01 Ovo de Páscoa Lacta com 540g
Parabéns minhas queridas e meu querido!
❤❤❤
Ana Vitória Rodrigues dos Santos
Diogo Borlin
Letícia
Cavalcante de Abreu