terça-feira, 20 de junho de 2017

ALUNOS COM VENCIMENTO NO PRÓXIMO SÁBADO 24/06/17


Bianka Santos Amorim
Eduardo Henrique Catharino Sonda
Gabriel Henrique Ferreira Alves
Giovanna Paula de Souza Silva
Isadora Cristina de Souza
João Gabriel Carvalho
João Scandiani da Silva
Juliana de Castro Nascimento
Karine Araújo da Silva
Lucas Henrique Garcia Velasco
Luiz Antonio Santos Andrade
Luiza Vitoria Farias Santana de Siqueira
Maria Eduarda Belchior de Souza
Samara Santos Modesto
Vinícius Henrique Ferreira Alves


ATENÇÃO ALUNOS




Não esqueçam de levar neste sábado dia 24/06 a folha de Reforma Ortográfica, entregue na última aula, para continuarmos e terminarmos o assunto!  


MINHA EX-ETERNA ALUNA FLÁVIA CRISTINA

Que orgulho!


domingo, 18 de junho de 2017

TAREFA DE MATEMÁTICA PARA 24/06/17 – VALE 5,0%


Olá meu queridos, vamos para mais uma tarefa?
Bom primeiro, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com.br/2016/02/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas. Isso porque alguns alunos estão insistindo em realizar as tarefas de forma incorreta.

01) Calcule a equação abaixo e depois marque a alternativa que contenha seu conjunto solução correto:




a) S = { 5/4 }
b) S = { 3/4 }
c) S = { 1/2 }
d) S = { 1 }
e) nra

02) Calcule a equação abaixo e depois marque a alternativa que contenha seu conjunto solução correto:




a) S = { 6/4 }
b) S = { 5/3 }
c) S = { 4/3 }
d) S = { 0 }
e) nra


03) Calcule a equação abaixo e depois marque a alternativa que contenha seu conjunto solução correto:

- (x-4) + 2 (2x – 1) –6x = 5

a) S = { -1 }
b) S = { -3 }
c) S = { 3 }
d) S = { 1 }
e) nra

04) Calcule a equação abaixo e depois marque a alternativa que contenha seu conjunto solução correto:




a) S = { -7 }
b) S = { 7/6 }
c) S = { 2/3 }
d) S = { 1/3 }
e) nra

05) Calcule a equação abaixo e depois marque a alternativa que contenha seu conjunto solução correto:

(x – 1)(x + 1) = 0

a) S = { -1 }
b) S = { 0 }
c) S = { 1 }
d) S = { 2 }
e) nra

06) Calcule a equação abaixo e depois marque a alternativa que contenha seu conjunto solução correto:




a) S = { 2 }
b) S = { 4 }
c) S = { 64 }
d) S = { 256 }
e) nra


07) Tenho atualmente 1.520 figurinhas e minha irmã tem metade do que tenho. Meu primo tem o triplo de minha irmã e meu vizinho tem metade do que meu primo tem. Quantas figurinhas temos nos quatro no total?


a) 1.140 figurinhas
b) 760 figurinhas
c) 2.280 figurinhas
d) 3.280 figurinhas
e) 5.700 figurinhas

08) Quando recebi em casa minha fatura de cartão de crédito no valor de R$ 3.460,10, pude pagar 45% e parcelar o restante em 10 parcelas iguais. Quanto pagarei em cada parcela?
a) R$ 180,50
b) R$ 185,30
c) R$ 188,23
d) R$ 189,25

e) R$ 190,31

TAREFA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA 24/06/17 – VALE 5,0%



Olá meu queridos, vamos para mais uma tarefa?
Bom primeiro, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com.br/2016/02/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas. Isso porque alguns alunos estão insistindo em realizar as tarefas de forma incorreta.


A CIDADE DOS RESMUNGOS
Willian J. Bennett

Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.
No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio.
Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer.
Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas.
Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas.
As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos.
Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação?
Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho da felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos.
As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz.
Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre dois postes na praça da cidade.
Então, segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade!
Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto.
Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas.
Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda.
Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro.
Então ele disse:
- Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas.
Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema.
Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto.
Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, julgando ser ele o menor na corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo.
E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.

BENNETT, William J. A cidade dos Resmungos. O Livro das virtudes;
II – Compasso Moral. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1995. p.534-5.





01) Observe:
“Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.”

Reescrevendo o fragmento acima destacado, empregando uma única vez o verbo e sem alterar o sentido, não teríamos:
a) ... onde todos resmungavam demais.
b) ... onde todos resmungavam exageradamente.
c) ... onde todos resmungavam muito.
d) ... onde todos resmungavam em demasia.
e) ... onde todos resmungavam rapidamente.

02) Relendo o primeiro parágrafo, vemos que há muitos pronomes indefinidos. Por que o autor teria empregado tantas vezes esta classe gramatical?
a) para deixar os personagens incógnitos.
b) pela necessidade de generalizar os agentes dos fatos narrados.
c) para expor os resmungos como algo universal, que ultrapassa os limites daquela cidade.
d) para facilitar a compreensão do texto.
e) nra

03) Sobre o texto, é correto afirmar que:
a) o autor deu a profissão de mascate ao personagem pois, somente alguém de fora poderia enxergar os aspectos positivos da cidade e chamar a atenção das pessoas para estes aspectos.
b) A felicidade prometida pelo mascate consistia em cada um descobrir que seus problemas eram pequenos, se comparados aos problemas de infraestrutura da cidade
c) “Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda,...” – estes problemas eram pedaços de papel com a descrição pessoal de cada habitante da cidade.
d) os termos “daí por diante”, e “corda mágica” são termos que comprovam que a lição do mascate provocou efeitos duradouros.
e) nra


BOI DE GUIA
Cora Coralina

O menino tinha nascido e se criado em Ituverava, da banda de Minas. O pai era um carreiro de confiança, muito procurado para serviços e colheitas. Tinha seu carro antigo, de boa mesa rejuntada, fueirama firme, esteirado de couro cru, roda maciça de cabiúna ferrada, bem provido o berrante de azeite e com seu eixo de cocão cantador que a gente ouvia com distância de légua. Desses que antigamente alegravam o sertão e que os moradores, ouvindo o rechinado, davam logo a pinta do carreiro.
O pai tinha o carro e tinha as juntas redobradas em parelhas certas, caprichadas, bois arados, retacos, manteúdos, de grandes aspas e pelagem limpa. Era só que possuía. O canto empastado onde morava, família grande, meninada se formando e sua ferramenta de trabalho - os bois de carro.
Trabalhava para os fazendeiros de roda, principalmente na colheita de café e mantimentos, meses a fio, enchendo tulhas e paióis vazios. Quando acabava o café, era a cana, do canavial para os engenhos, onde as tachas ferviam noite e dia e purgavam as grandes formas de açúcar, cobertas de barro.
O candeeiro era ele, pirralho franzino, esmirrado, de cinco anos.
Os pais antigos eram duros e criavam os filhos na lei da disciplina. Na roça, criança não tinha infância. Firmava-se nas pernas, entendia algum mandado, já tinha servicinho esperando.
Aos quatro anos montava em pêlo, cabresteava potranquinha, trazia bezerro do pasto, levava leite na cidade e entregava na freguesia.
Era botado em riba do selote, não alcançava estribo. Se descesse, não subia mais. Punha o litro nas janelas.
O cavalo em que montava era velho, arrasado manso e sabido. Subia nas calçadas, encostava nos alpendres, conhecia as ruas, desviava-se das buzinas e parava certo nos fregueses.
         Quando de volta, recolhendo a garrafa vazia, gritava desesperadamente:
- Garrafa do leite...garrafa vaziiia!...
Um da casa, atordoado com a gritaria, se apressava logo a entregar o litro requerido.
Ajudava o pai. Desde que nasceu, contava ele. Nunca se lembra de ter vadiado como os meninos de agora. Quando começou a entender o pai, a mãe, os irmãos, o cachorro e o mundo do terreiro, já foi fazendo servicinho. Catava lenha fina, garrancheira para o fogão, caçava pela saroba os ninhos das botadeiras, ia atrás dos peruzinhos e já quebrava xerém às chocas de pinto. Do pasto trazia os bois de serviço. Seu gosto era vir pendurado no chifre do guia barroso - tão grande, Tão forte, tão manso - sempre remoendo seus bolos de capim, nem percebia, também não se importava, não dava mostras.
Acostumou-se com os bois e os bois com ele. Sabia o nome de todos e os particulares de cada um. Chamava pra mangueira. O pai erguia os braços possantes e passava as grande cangas lustrosas; encorreiava os canzis debaixo das barbelas, enganchava o cambão, encostava o coice, prendia a cambota. Passava mão na vara, chamava. As argolinhas retiniam e o carro com sua boiada arrancavam o caminho das roças.
Com cinco anos, era mestre-de-guia, com sua varinha argolada.
Às vezes, o serviço era dentro de roças novas, de primeira derrubada, cheia e tocos, tranqueirada de paulama, mal-encoivaradas, ainda mais com seus muitos buracos de tatu.
O carreador, mal-amanhado, só dava o tantinho das rodas. Os bois que agüentassem o repuxado, e o menino, esse, ninguém reparava nele. Aí era que o carro vinha de caculo. A colheita no meio da roça. Chuvas se encordoando de norte a sul ameaçando o ar do tempo mudado e o fazendeiro arrochando pressa.
A boiada tinha de romper a pulso. O aguilheiro na frente, pequeno, descalço, seu chapeuzinho de palha, seu porte franzino, dando o que tinha.
Sentia nas costas o bafo quente do guia. Sentia no pano da camisa a baba grossa do boi. O pai atrás, gritando os nomes, sacudindo o ferrão. A boiada, briosa e traquejada, não queria ferrão no couro, a criança atrapalhava. Aí, o guia barroso dava um meneio de cabeça, baixava a aspa possante e passava a criança pra um lado.
O menino tornava à frente. Outra vez a baba do boi na camisa, o grito do carreiro afobado, o tinido das argolinhas e a grande aspa passando a criança pra um lado.
O pai gritou frenisado:
- Quem já viu aguiero chamá boi de banda...Passa pra frente porquera...
- Nhô pai, é o boi que me arreda...
- Passa pra frente, covarde. Deixa de invenção, inzoneiro...
O menino enfrentou de novo. O homem sacudiu a vara e pondo reparo. A argola retiniu, as juntas arrancaram. O barroso alcançou a criança. Ia pisar, ia esmagar com sua pata enorme e pesada.
Não pisou, não esmagou. Virou o guampaço num jeito e passou a criança pra um lado sem magoar. Aí o velho carreiro viu...viu o boi pela primeira vez...
Sentiu uma gastura e pela primeira vez uma coisa nova inchando seu coração no peito e a limpou uma turvação da vista na manga da camisa.




04) Sobre o trabalho e as ferramentas do mesmo, o texto não demonstra que:
a) O narrador utiliza os primeiros parágrafos do texto quase exclusivamente para descrever o carro de bois.
b) O carro de bois é importante para a história porque é a ferramenta de trabalho do pai do menino.
c) Em “Na roça, criança não tinha infância.” Verifica-se que as crianças tinha pouca liberdade, obedeciam cegamente os pais e tinham de ajudar no trabalho.
d) Em “...já tinha servicinho esperando.” Verifica-se uma triste ironia na colocação do termo, visto que, os serviços não eram nem um pouco leves, como faz entender o diminutivo da palavra.
e) nra

05) Sobre a rotina do menino ao entregar o leite, podemos afirmar que:
a) O menino tinha de ser colocado em cima da sela do cavalo, por que não conseguia montar sozinho.
b) o cavalo ia parando nas calçadas e o litro de leite era colocado nas portas.
c) quando voltava, o menino recolhia os vidros vazios de leite e recebia o dinheiro das mãos de cada cidadão.
d) no fim do mesmo, o garoto relacionava todas as residências que deveria passar na entrega do leite, pois sem isso, esquecia.
e) nra

06) Quando se cavalga, o condutor é o cavaleiro. Para o texto, esta afirmativa não é válida, pois quem conduz é o cavalo. Dentre várias façanhas do cavalo para isso ser verdade, não se destaca no texto:
a) o fato de o cavalo conhecer o trajeto
b) o fato de o cavalo parar nas calçadas
c) o fato de o cavalo desviar das buzinas
d) o fato de o cavalo trotar devagar
e) o fato de o cavalo saber onde ficam as casas dos fregueses

07) Ainda sobre o texto, podemos afirmar que:
a) Esse serviço, nas roças novas, era fácil para o menino.
b) Na fala “- Quem já viu aguiero chamá boi de banda...” entende-se que, sendo arquilheiro, o menino deveria tomar a dianteira dos bois. No entanto como era muito pequeno, o calo o suspendia e colocava-o de lado.
c) “..., a criança atrapalhava.” Pois o menino era mais lento que os bois.
d) Em “- Nhô pai, é o boi que me arreda...”, verifica-se na fala seguinte que o pai acreditou em seu filho.

e) nra

1º LUGAR DO I SIMULADÃO 2017


Carolina de Vasconcelos Lopes Bor - Turma 01

Prêmio: 01 Smart TV LED 32'' Philco





6º LUGAR DO I SIMULADÃO 2017


Amanda dos Santos Angelossi - Turma 02


Prêmio: 01 Google Chromecast 2


RESPOSTAS DAS ATIVIDADES EXTRAS APLICADAS EM 17/06/17

ATIVIDADE EXTRA – A

S = {17/2}
S = { 9 }
S = { -15 }


ATIVIDADE EXTRA – B

S = { -8 }
S = { -27 }
S = { -30 }

RESPOSTAS DA TAREFA DE LÍNGUA PORTUGUESA DO BLOG ENTREGUE EM 17/06/17


01) B

02) A – B

03) A

04) D

05) A

06) D

07) A

08) E


RESPOSTAS DA TAREFA DE MATEMÁTICA DO BLOG ENTREGUE EM 17/06/17



01) C

02) A


03) nra


04) E


05) E


06) C


07) D


08) D

quinta-feira, 15 de junho de 2017

ALUNOS COM VENCIMENTO NO PRÓXIMO SÁBADO 17/06/17


Amanda Rodrigues Santos
Ana Carolina Pompeu de Barros Pereira*
Anna Clara Oliveira de Araujo*
Anthony Rodrigues da Cunha Gonçalves
Aruan Pontes Lopes Dias
Cristiane Vitória dos Santos Martins
Daniel de Souza Araújo *
Dayani Lima Pereira da Costa
Gabriel Domingos de Oliveira
Geovanna Alves de Oliveira
Giovanna Sayuri Fugimoto de Oli
Isabela Gomes da Fonseca*
Isabella Maria de Jesus Feitosa
Isabella Paceliuka Cardovani Ribeiro
Isadora Maria de jesus Feitosa
Isaque do Nascimento Oliveira
João Pedro Herculano Alcantara
João Victor Scherbach Evangelista
Julia Garcia Cavenaghi
Larissa Fernanda Figueiredo Souza
Lorena Maria Ribeiro França
Mario Domingos da Silva Neto
Matheus Damasceno Julkovski
Millena Pedrosa Vagetti
Raynnon Fabio Pereira Silva Junior
Tauan Cristian Dorileo Rosa Silva*
Vinicius Figueiredo Borges
Yasmim Araújo Pedroso